unConference - O que é que podemos esperar da Inteligência Artificial?

unConference - O que é que podemos esperar da Inteligência Artificial?

unOffice | AirportPonta Delgada, Açores
segunda-feira, mar 30, 2026 de 9:30damanhã para 6datarde
Introdução

unConference nos Açores: IA debatida da periferia para o mundo. Menos slides, mais conversa. Porque as melhores perguntas fazem-se aqui.

Sobre a unConference

Os Açores são, por definição, um lugar de fronteira — entre continentes, entre oceanos, entre mundos. É precisamente dessa posição que nasce a pertinência desta conferência: não para imitar o que se faz nos centros, mas para pensar de forma própria o que a inteligência artificial significa para territórios que sempre tiveram de fazer mais com menos, de inovar por necessidade, de se reinventar à beira do Atlântico.

A periferia tem uma vantagem raramente reconhecida: a escala humana. Nos Açores é possível experimentar, falhar e corrigir de forma que nos grandes centros seria impraticável — e a IA pode ser, aqui, um fator de nivelamento real.

Esta conferência parte do princípio de que a melhor forma de não ser deixado para trás é entrar na conversa cedo, com pensamento crítico e com vontade de construir boas práticas adaptadas à nossa realidade.

O que está em jogo não é ficar a par — é perceber que esta mudança é também uma oportunidade de criar novas centralidades, a partir daqui.

O unConference nasce dessa convicção: que as melhores perguntas sobre o futuro se fazem no ponto exato onde as placas se separam.

Organizar uma conferência sobre Inteligência Artificial nos Açores pode, à primeira vista, parecer periférico. Afinal, a IA é desenvolvida nos grandes centros.

Mas é precisamente por isso que faz sentido fazê-la aqui.

A unOffice nasceu nas ilhas, o primeiro espaço do género a surgir no arquipélago. Ao longo dos anos, ajudámos a lançar e acolher projetos inovadores pensados a partir daqui, mas com visão global. Vivemos numa posição singular: conhecemos o território, e vemos o centro sem ilusões.

E é a partir desta posição que surge a pergunta essencial: a IA foi construída com dados do centro — as nossas línguas, culturas e contextos locais estão sub-representados ou ausentes. Isso significa que as ferramentas não funcionam tão bem para nós. Mas também significa que há um território enorme que ninguém está a cartografar — e nós conhecemos esse terreno melhor do que ninguém.

Porquê nos Açores?Não somos vítimas. Não somos heróis incompreendidos. Somos os únicos com incentivo real para resolver problemas que o centro nem sabe que existem.

Não é uma conferência convencional. Sem painéis longos, sem slides intermináveis, sem agenda sobrecarregada. Um conjunto de palestras com ideias fortes de manhã, uma conversa real à tarde, um almoço longo ao sol — ou à chuva, consoante o arquipélago decidir.

A comunidade local participa. As vozes dos Açores têm espaço. O ritmo é descontraído, mas o conteúdo é exigente.

A Provocação CentralA pergunta que dá título a esta primeira edição — O que podemos esperar da Inteligência Artificial? — é deliberadamente aberta. Não convida a respostas técnicas, mas a um debate genuíno sobre expectativas, riscos, oportunidades e responsabilidades. É uma pergunta que serve tanto o empreendedor que quer automatizar processos, como o político que precisa de enquadrar o que aí vem, como o cidadão que simplesmente quer perceber o que está a acontecer.

Programa

( muito em breve)

unConference nos Açores: IA debatida da periferia para o mundo. Menos slides, mais conversa. Porque as melhores perguntas fazem-se aqui.

Sobre a unConference

Os Açores são, por definição, um lugar de fronteira — entre continentes, entre oceanos, entre mundos. É precisamente dessa posição que nasce a pertinência desta conferência: não para imitar o que se faz nos centros, mas para pensar de forma própria o que a inteligência artificial significa para territórios que sempre tiveram de fazer mais com menos, de inovar por necessidade, de se reinventar à beira do Atlântico.

A periferia tem uma vantagem raramente reconhecida: a escala humana. Nos Açores é possível experimentar, falhar e corrigir de forma que nos grandes centros seria impraticável — e a IA pode ser, aqui, um fator de nivelamento real.

Esta conferência parte do princípio de que a melhor forma de não ser deixado para trás é entrar na conversa cedo, com pensamento crítico e com vontade de construir boas práticas adaptadas à nossa realidade.

O que está em jogo não é ficar a par — é perceber que esta mudança é também uma oportunidade de criar novas centralidades, a partir daqui.

O unConference nasce dessa convicção: que as melhores perguntas sobre o futuro se fazem no ponto exato onde as placas se separam.

Organizar uma conferência sobre Inteligência Artificial nos Açores pode, à primeira vista, parecer periférico. Afinal, a IA é desenvolvida nos grandes centros.

Mas é precisamente por isso que faz sentido fazê-la aqui.

A unOffice nasceu nas ilhas, o primeiro espaço do género a surgir no arquipélago. Ao longo dos anos, ajudámos a lançar e acolher projetos inovadores pensados a partir daqui, mas com visão global. Vivemos numa posição singular: conhecemos o território, e vemos o centro sem ilusões.

E é a partir desta posição que surge a pergunta essencial: a IA foi construída com dados do centro — as nossas línguas, culturas e contextos locais estão sub-representados ou ausentes. Isso significa que as ferramentas não funcionam tão bem para nós. Mas também significa que há um território enorme que ninguém está a cartografar — e nós conhecemos esse terreno melhor do que ninguém.

Porquê nos Açores?Não somos vítimas. Não somos heróis incompreendidos. Somos os únicos com incentivo real para resolver problemas que o centro nem sabe que existem.

Não é uma conferência convencional. Sem painéis longos, sem slides intermináveis, sem agenda sobrecarregada. Um conjunto de palestras com ideias fortes de manhã, uma conversa real à tarde, um almoço longo ao sol — ou à chuva, consoante o arquipélago decidir.

A comunidade local participa. As vozes dos Açores têm espaço. O ritmo é descontraído, mas o conteúdo é exigente.

A Provocação CentralA pergunta que dá título a esta primeira edição — O que podemos esperar da Inteligência Artificial? — é deliberadamente aberta. Não convida a respostas técnicas, mas a um debate genuíno sobre expectativas, riscos, oportunidades e responsabilidades. É uma pergunta que serve tanto o empreendedor que quer automatizar processos, como o político que precisa de enquadrar o que aí vem, como o cidadão que simplesmente quer perceber o que está a acontecer.

Programa

( muito em breve)

É bom saber

Destaques

  • 8 horas 30 minutos
  • Presencial

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9500-731 Ponta Delgada

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